A pirâmide do Louvre

A pirâmide do Louvre

A pirâmide do Louvre é um símbolo do museu parisiense, constatada por pesquisa realizada pelo próprio museu como uma das principais atrações procuradas por turistas, assim como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e Vênus de Millo. Em setembro de 1981, François Mitterrand, então presidente da república, decide lançar o projeto “O grande Louvre” visando reformar e modernizar o museu e expandir a área de exposição das obras, para a ala norte (atual ala Richelieu), que era ocupada desde 1871, pelo ministério das finanças.

Em setembro de 1981, François Mitterrand, então presidente da república decide iniciar o projeto “O grande Louvre”, buscando reformar e modernizar o local.
O arquiteto escolhido foi o sino-americano Ieoh Ming Pei, diplomado pelo MIT e titular de um bacharelado na Harvard, ganhador do prêmio Pritzker em 1983 (o premio Nobel dos arquitetos), autor da torre John Hancock e da livraria John Kennedy em Boston, do prédio do Bank of Chine em Hong Kong e ainda do Deutsches Historisches Museum em Berlim. Um de seus últimos trabalhos de destaque, é o Museu de Arte Islâmica no Doha, no Quatar, inaugurado em 2008.
Em sua base, a pirâmide mede 35,42 metros de largura, por 21,34 metros de altura. 95 toneladas de aço e 105 toneladas de alumínio suportam o conjunto. Com 673 painéis de vidro (603 losangos e 70 triângulos) permitindo a criação da forma triangular em proporções irregulares dando um aspecto de joia lapidada.

Apesar do status atual, a obra nem sempre foi bem vista pelos parisienses, por sua modernidade inserida em um monumento tão antigo, estima-se que na época 90% da população tenha se oposto a instalação da Pirâmide, classificando o projeto, de verdadeira “atrocidade”. Mesmo com as duras críticas, foi inaugurada no dia 04 de março de 1988 e aberto ao público 1 ano depois.

LENDA URBANA

Muitos alegam que os painéis de vidro na Pirâmide do Louvre, tem exatamente o número 666, o Número da Besta, muitas vezes, associado a Satanás, fato especulado por entusiastas históricos. O livro de Dominique Stezepfandt, François Mitterrand, Grand Architecte de l’Univers (François Miterrand, Grande Arquiteto do Universo), declara que “a pirâmide é dedicada a uma força descrita como a Besta no Livro do Apocalipse (…) Toda a estrutura é baseada no número 6.”, porém a informação foi desmentida pela direção do Louvre que afirma que a Pirâmide contém 673 painéis.
A discussão do tema reascendeu em 2003, quando o escritor Dan Brown incorporou a lenda em seu best-seller O Código Da Vinci. Na história o protagonista reflete que “esta pirâmide, a exigência expressa do presidente Mitterrand, tinha sido construído exatamente com 666 painéis de vidro, um pedido bizarro, que tinha sido sempre um tema quente entre os amantes da conspiração que alegaram que o 666, fosse o número de Satanás”.

Hoje, a pirâmide é apreciada tanto pelos visitantes como pelos Parisienses, integra-se perfeitamente ao palácio e tornou-se ela mesma uma atração turística. Os trabalhos, que incluíam também uma renovação das fachadas, trouxeram um verdadeiro renascimento para o Louvre. Não é raro ver transeuntes tirarem fotografia na frente da pirâmide, além de uma entrada no pátio do palácio, a grande pirâmide tornou-se o símbolo do Louvre em si mesma.

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Pirâmide Winfil

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